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18/02/2011 Sonhos: Meu lado EVIL

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Eu faço parte de uma pequena parcela da população que lembra dos sonhos de todas as noites. E meus sonhos, quase sempre, são épicos! Eu normalmente os registro no meu Caderno de Sonhos, ou os transformo em livros que nunca publico. Mas recentemente tive uns sonhos que merecem ser publicados aqui.

Porque algumas pessoas acham que eu só sou má por fora, e que, na verdade, tenho um bom coração. Bom… O coração eu não sei, mas meu sub-consciente já provou ser bastante malvado.

Há cerca de um mês…

Eu sonhei que estava numa cidade pequena e árida (no melhor estilo Texano), acompanhada dos irmãos Sam e Dean Winchester (porque eu não sou boba, né) e mais umas cinco pessoas aleatórias, fugindo de uma multidão de zumbis. Embora a cidade fosse pequena, tinha diversas ruas, algumas estreitas e outras bastante amplas, e todas elas pareciam interligadas, o que dificultava a nossa fuga (porque surgiam zumbis de todas as partes).

Nós corremos o máximo que pudemos. Os irmãos Winchester atiravam com suas armas, mas não conseguiam dar conta de todos os zumbis, e o sol de meio-dia brilhando sobre nossas cabeças  não ajudava em nada. O grupo foi diminuindo, e logo restavam apenas quatro pessoas: eu, Sam, Dean e um rapazinho de uns vinte e poucos anos, magro e com os cabelos cheios de dreads, que acabou sendo mordido pouco antes de nos vermos completamente cercados pelos zumbis.

Sabendo que não seria um humano por muito tempo, e que nenhum de nós sobreviveria se continuássemos cercados ali, o rapaz tomou uma atitude para lá de corajosa e começou a atrair os zumbis para si, correndo na direção oposta. Em pouco tempo, restavam apenas uns 30 zumbis para nós três encararmos. Eram basicamente 10 zumbis para cada um. Sam e Dean tinham suas armas, mas estavam ficando sem munição, e eu era apenas uma mulher indefesa no meio daquela confusão toda.

Mas espera aí… Eu disse indefesa?!? O sonho era de quem, afinal de contas?

Vendo que a situação para o nosso lado estava bizarra, e com os zumbis chegando cada vez mais perto, eu olhei à minha volta procurando por qualquer coisa que pudesse servir de arma, quando um objeto em particular chamou a minha atenção. Encostado numa tela de arame atrás de mim, havia um machado.

Deixa eu repetir isso… UM MACHADO!

Primeiro eu peguei o machado e comecei a acertar a cabeça dos zumbis bem no meio do crânio, mas descobri que era uma forma pouquíssimo eficaz de matar alguém, porque eu não sou assim tão forte e, por mais afiado que fosse o machado, o crânio humano é bem difícil de cortar. Eu precisava de umas seis ou sete machadadas para partir uma cabeça em duas, e tempo era um bem escasso naquele momento. Foi quando me surgiu uma ideia brilhante: acertar o pescoço. Eu só precisei de uma machadada para fazer a cabeça de um zumbi rolar pelo chão, e foi o suficiente para despertar o meu instinto assassino. Porque depois disso eu entrei em modo berserker e saí decaptando todos os zumbis que passavam na minha frente! ò.Ó|_|

A minha festa só acabou quando acabou a munição dos irmãos Winchester e eles resolveram que era melhor fugirmos dali do que encarar os zumbis com um machado (humpf, loosers). E por fim eu também tive que desistir do machado, porque nós entramos numa fazenda e havia alguns cavalos zumbis lá (não dá para cortar o pescoço de um cavalo com uma machadada só), então subimos numa árvore muito grande e mal começamos a planejar a nossa fuga, quando eu acordei.

Noite passada…

Eu sonhei que estava andando pelas ruas da cidade (essa aqui mesmo onde eu moro) atirando nas pessoas com uma shotgun!  (Tá… Eu não lembro exatamente o motivo que me levou a fazer isso, mas eu tinha um motivo, e parecia importante). Eu simplesmente atirava em toda e qualquer pessoa que passasse pela minha frente. Até que cheguei no alto de uma ladeira, onde havia uma escola de ensino infantil, então entrei lá e comecei a atirar nas criancinhas e suas respectivas professoras, com uma fucking shotgun!

Saí da escola e continuei andando pelas ruas e atirando nas pessoas, mas eu não atirava em todo mundo. Era como se eu soubesse exatamente quem eu deveria matar. Só que era a grande maioria das pessoas da cidade.

A coisa ficou realmente bizarra quando comecei a subir a rua do cemitério. Os policiais, já avisados de que uma mulher louca estava andando pela cidade matando pessoas, fizeram um cerco no meio da subida e tentaram atirar em mim. Mas eu fui mais rápida e acertei eles antes que pudessem me acertar.

Quando achei que tinha furado a barreira e que poderia continuar a minha missão de matar pessoas em paz, um policial apareceu do outro lado da rua e atirou em mim. A bala acertou o meu estômago e eu vi o sangue espirrar no chão, mas não senti dor, e o ferimento desapareceu no mesmo instante.

O policial ficou olhando para mim, incrédulo, e eu, muito tranquila, ergui a minha shotgun com uma mão só e atirei nele. Ele caiu no chão, mas não estava morto, então eu atravessei a rua e fui dar uma olhada nele. Era um rapaz novo, devia ter entrado para a polícia havia pouco tempo, e parecia ter um futuro promissor.  Ele estava ensanguentado, quase inconsciente, e mesmo assim tentou pegar a arma para atirar em mim quando cheguei mais perto.

Com muita calma, eu tirei a arma da mão dele, abaixei ao seu lado e disse “Desculpa, mas eu só posso morrer quando eu quiser…”.

Entendeu? Eu tinha uma shotgun com munição infinita e cheat de vida infinita também! Eu era quase um Wolverine com uma shotgun! Pena que eu acordei logo depois disso. Mas confesso que fiquei na cama mais um tempinho, com aquela sensação gostosa de que o sonho foi real demais pra não ser verdade. E tem gente que ainda duvida da minha maldade! XD

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19/08/2010 Devaneios sobre o futuro…

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Desde que a vida profissional tomou conta de mim, nunca mais tive aqueles momentos de sonhar com o futuro, fazer planos e coisas desse tipo. Minha psicóloga chegou a dizer que é importante fazer planos, ter sonhos, mas o meu apego ao presente era tamanho, que qualquer coisa com mais de um mês de distância parecia longe demais.

Mas hoje, depois de um dia não muito produtivo no trabalho, fiquei algum tempo recordando coisas do passado, até que me lembrei de um tempo em que eu tinha sonhos de verdade, e desejava coisas que, naquela época, nem poderia imaginar conseguir.

Desde sempre, gosto de observar casas. Grandes, pequenas, com quintal, sem quintal, com jardim, ou com a porta saindo na calçada (não gosto nada dessas, mas algumas me impressionam pelo tamanho do jardim que escondem nos fundos – e eu adoro coisas escondidas =3). Ando pelas ruas observando as casas e às vezes me surpreendo pensando “nessa eu moraria”, ou “eu poderia pendurar uma rede na varanda e colocar uma fonte naquele canto do jardim”. Enfim, eu realmente adoro observar casas. Mas houve um tempo em que eu não apenas as observava, mas as almejava. Eu olhava aquela casinha simpática no alto da Serra, cercada por vegetação, e me imaginava morando nela, tendo uma horta, jardins medicinais, uma lareira na sala para aqueles dias mais frios (e como faz friiiio no alto da Serra! *__*) e um computador ultra-possante com a melhor Internet do mundo (óbvio).

Mas esse sonho de morar numa casinha simpática no alto da Serra sempre despertava idéias negativas nas pessoas mais próximas. Frequentemente me questionavam coisas como “é muito longe do centro, como você vai trabalhar?”, ou “Você é formada em Informática, tem que morar na cidade grande (adoro esse conceito de que cidades mais desenvolvidas são cidades grandes) para conseguir um bom emprego”.

Qual a solução para isso? Homeworking, claro! Mesmo naquela época eu já pensava em trabalhar em casa. Não sabia ainda que área da Informática pretendia seguir, mas tinha uma idéia de que qualquer profissional de Informática poderia trabalhar em casa sem problema algum. (Ledo engano, eu confesso, mas a minha área me permite esses luxos, dá licença? rsrs)

Então, problema resolvido! Trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, ter uma casinha simpática no alto da serra cercada por vegetação.

Mas, e agora? Se eu fosse adaptar esse sonho ao momento atual da minha vida, ele precisaria sofrer um pequeno upgrade. Afinal, depois de oito anos, ele se tornou obsolteto. rs

Hoje, eu penso que sou muito mais realista. Ainda gostaria de uma casinha simpática cercada por vegetação e recheada com a mais alta tecnologia, mas não precisa ser aquele verdadeiro sítio lá no alto da Serra. E a tecnologia avançada se limita a coisas das quais dependo (como a Internet).

Pode ser uma casinha simples, aqui na cidade mesmo, mas com um terreno espaçoso o bastante para ter uma cachorrada (sou apaixonada por cachorros e sonho em acolher todos os que vivem nas ruas) e muros suficientemente altos para manter minha privacidade. Ela ainda precisa ser simpática, mas não necessariamente com todos os detalhes que eu imaginava. Os detalhes, eu posso adicionar aos pouquinhos, do meu jeito.

Mas… E o meio de sustento?

Olha… Eu amo a Informática! Tenho verdadeira paixão pelo Webdesign, Design e Programação. Mas, se pudesse escolher de verdade, seria escritora. Teria um escritório na minha casa repleto de livros, onde passaria horas diante do notebook soltando a imaginação e escrevendo histórias com as quais outras pessoas iriam se distrair, se divertir e, quem sabe, até se emocionar.

Teria também uma máquina de escrever portátil, como a que eu costumava usar para escrever antes de surgir o primeiro computador na minha vida. Não que eu fosse utilizá-la (até gosto da máquina, mas ela é barulhenta demais e causa um desperdício de papel desnecessário), mas adoraria olhar para ela e lembrar dos tempos em que as coisas não eram tão simples, apenas para dar mais valor ao que tenho sob minhas mãos agora. rs

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Então, hoje posso dizer que tenho, sim, um sonho. E que esse sonho é recheado de pequenos detalhes, onde não faltam plantas, cachorros, livros e casas! =3

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A imagem que ilustra o post, mais uma vez, é de autoria da tuyetdinhsinhvat. Visitem o DeviantArt dela porque é lindo demais! *_*

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18/07/2008 Porque essa noite eu tive um sonho…

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…sonhei com o sonho de outra pessoa, mais uma vez…

[sonho]

Era um barco de madeira, grande demais para ser um bote, pequeno demais para um navio. Apenas um barco. Navegava nas águas e escuras de um rio largo e profundo, guiado por um homem de compleições fortes, que empurrava e puxava o único remo sem nenhuma dificuldade, fazendo a embarcação seguir seu rumo sem que seus passageiros sentissem o impacto das poucas ondas que se formavam ali.

No centro do barco havia uma mulher. Tinha longos e volumosos cabelos castanhos, que se ajeitavam perfeitamente sob o enorme chapéu de pirata. Ela gritava com todos que estavam à sua volta – e não eram muitos – dando-lhes ordens e perguntando coisas sem sentido.

_ O que você está sonhando aí? – ela perguntou, dirigindo-se ao homem baixinho que enrolava as cordas perto da proa, mas ele só abaixou a cabeça humildemente e não respondeu. Os tripulantes agiam daquela forma quando ela se aproximava, perguntando sempre a mesma coisa. Alguns respondiam baixinho, outros apenas recuavam, mas todos a obedeciam.

Até que ela o notou. Do outro lado da embarcação, sentado sobre o único degrau de acesso à popa, havia um homem. Vestia-se de preto, com um longo manto cobrindo todo corpo, que deixava aparecer somente uma parte do peito muito branco, e as mãos longas apoiadas sobre os joelhos. Ele era tão pálido, que não parecia estar vivo. Seus cabelos rebeldes se agitavam em torno da cabeça e os olhos eram tão profundamente negros, que, ao olhar para eles, tinha-se a impressão de ver todo o universo.

A capitã, como se auto-intitulava, se aproximou daquele homem com passos firmes e rígidos, parou diante dele com ar imponente e apontou o dedo em seu rosto, como se aquela atitude pudesse intimidá-lo.

_ O que você está sonhando? – ela perguntou, irritada, e ele não respondeu.

Mas, diferente dos outros tripulantes, aquele homem não se curvou diante dela. Não alterou as feições, nem sequer se esforçou para tentar agradá-la. Ficou parado ali, olhando-a, sem nada dizer.

_ O que você está sonhando? Responda! – ela insistiu, e continuou repetindo a mesma pergunta, com cada vez mais raiva e obstinação.

Depois de ouvir aquelas palavras tantas vezes, ele se levantou. Era mais alto do que ela muitos centímetros, o que a forçou a olhar para cima e segurar o chapéu para encará-lo. Mas o rosto dele carregava feições tão tranqüilas e serenas, que a capitã logo percebeu que não o tinha abalado.

_ O que eu responderia, se não me permitissem dizer nada? – ele perguntou.

Ela não soube o que dizer. Estava visivelmente confusa, mas, de certa forma, sentia que ele tinha razão e que aquelas palavras faziam sentido.

Como se percebesse isso, ele ergueu a mão direita e a apoiou sobre o ombro esquerdo dela, falando com calma, mas de jeito firme, dando a entender quem realmente mandava ali.

_ Já chega, Ellen. Eles devem sonhar em paz.

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Ela abriu os olhos devagar, tentando se acostumar à claridade, e ouviu vozes desconhecidas soarem ao longe enquanto isso.

_ Ellen? Ellen? Está me ouvindo?

Assim que conseguiu retornar à realidade, se viu cercada por objetos estranhos, vestindo roupas esquisitas e ouvindo coisas que não entendia.

_ Onde eu estou? – ela perguntou, confusa.

_ No hospital, meu bem. – respondeu uma mulata baixinha e sorridente, que estava de pé ao lado da maca – Como está se sentindo?

_ Não sei. O que estou fazendo aqui?

_ Não se lembra de nada? – a moça perguntou, mas só de ver a expressão confusa no rosto dela, já soube qual era a resposta, e prosseguiu – A senhora é uma das nossas pacientes. Está participando de uma pesquisa experimental a respeito do cérebro humano, mas parece que algo deu errado. Nós a recebemos aqui há alguns dias. Seu corpo funcionava perfeitamente, mas sua atividade cerebral era incomum. Não respondia aos estímulos aplicados. Era como se seu inconsciente estivesse preso numa realidade diferente dessa.

_ Em resumo, eu estava presa a um sonho?

_ Não sei dizer, mas fico feliz que esteja de volta. Isso nos dá esperança de que os outros também vão acordar.

_ Outros? – Ellen perguntou, sem entender o que estava acontecendo.

_ Desde que a senhora entrou nesse estado de consciência estranho, os cérebros dos outros pacientes pararam de responder…

[/sonho]

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O que acontece depois?
Não sei…
O relógio despertou…
E, pela primeira vez, eu me lembrei do sonho, mesmo tendo sido arrancada dele pelo maldito despertador…

Ah, como eu queria que fosse sábado! Y__Y

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Post Ctrl+C Ctrl+V do meu Fotolog, porque esse sonho foi tão legal! =3

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26/06/2008 Os Sonhos Não Morrem

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Eu sei que não tenho dado a devida atenção ao Devaneios, mas um dos principais motivos para esse sumiço, é o meu mais novo projeto, chamado “Os Sonhos Não Morrem” (ou the dreams don’t die – para facilitar a leitura do link).

Trata-se de um site/blog onde vou publicar aos poucos as coisas que escrevo: histórias (Ou – ajudem-me os professores de português – seriam estórias?), contos, livros, e até mesmo textos isolados.
O objetivo disso é, além de ter minhas obras arquivadas e datadas em algum lugar, disponibilizar para que outras pessoas possam ler, avaliar, comentar, dar sugestão, fazer críticas e, se possível, elogiar também.

Para vocês terem uma idéia do que se trata, vou deixar aqui a sinopse que fiz para o livro (por enquanto apenas partes dele) que está publicado lá:

Malina

Comecei a escrever esse livro aos dezesseis anos, em 1998 (tem até a data de criação dele nas propriedades do arquivo original), mas ele sofreu várias modificações de lá para cá. Era uma história bastante infantil, com personagens infantis. Agora, não tão infantil mais, ela ganhou uma nova abordagem.

Sinopse:

Malina é uma jovem no auge dos seus dezoito anos, mas com uma personalidade bastante peculiar para alguém da sua idade. Não gosta de festas e baladas, não se importa com o que dita a moda, muito menos com a opinião e vida alheias. Seu hobbie preferido é ler e trocaria qualquer programa de televisão por um bom livro. Apesar disso, gosta de se divertir quando está em boa companhia, e se acha no direito de escolher bem.

Tudo começa quando ela, depois de passar no vestibular para uma das melhores faculdades do país, se muda para a casa onde morou a falecida tia-avó de seu pai, numa cidade do interior. Logo nos seus primeiros dias na nova cidade, Malina percebe que há algo de errado com a maneira que as pessoas a olham nas ruas do bairro, e começa a desconfiar de que não seja apenas o fato dela ser nova ali.

É então que Paula, a representante de turma, se oferece para explicar o que está acontecendo e Malina acaba descobrindo todo um mistério que envolve a casa onde mora, sua tia-avó e uma antiga mansão que todos acreditam ser mal-assombrada.

Mas Malina não acredita em assombrações e está disposta a esclarecer todo o mistério, mesmo que para isso precise arriscar seu próprio pescoço.

Gostou? Então acesse Os Sonhos Não Morrem e leia mais! :)

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25/12/2007 Saldo de 2007 e sonhos bizarros

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Todo ano, na semana entre o Natal e o Reveillon, eu fazia uma lista com todas as coisas que esperava para o ano seguinte, a lacrava num envelope e endereçava à mim mesma, para o dia 30 de dezembro do ano seguinte.
Então, dois dias antes da virada, eu abria a carta e checava todas as coisas que tinha conquistado, as que não queria mais e as que seriam incluídas na lista para o ano seguinte.

Ano passado, fiz diferente. Resolvi não escrever outra listinha de desejos, logo, não tenho envelope nenhum para abrir este ano, o que me deixa com um certo vazio, parece que falta alguma coisa. Afinal, a única tradição que eu tinha para o final do ano foi deixada de lado. Então, decidi fazer uma listinha diferente… Uma retrospectiva, com o saldo de 2007.

Esse ano passou se arrastando. Parece que demorou uma verdadeira eternidade para terminar, tanto que eu vejo como muito distantes as coisas que aconteceram logo no início e nem me lembro delas muito bem. Por exemplo, meu blog. No início desse ano eu tinha um blog na UOL e nem me lembrava que fazia tão pouco tempo assim… Achava que fazia uns dois, ou três anos que ele tinha deixado de existir. Ainda nesse ano, comecei a escrever duas histórias diferentes e achava que era uma só. Podia jurar que uma delas era bem mais antiga. o.o E por acaso estou dando continuidade a ela nesse exato momento (não me perguntem sobre a outra, minha criatividade é de Lua… =P)

E tantas outras coisas aconteceram esse ano. Coisas boas e não tão boas assim, mas considerando de uma forma geral, 2007 foi um ano em que a frase “Todo mal menor vem para um bem maior” se concretizou de todas as formas possíveis.
Mas a melhor parte, na minha opinião, foi agora no finalzinho, pegando novembro e dezembro. Desses dois meses, não tenho mesmo o que reclamar! ^^
2007 foi um ano devagar, mas com um saldo bom… e 2008 promete! =D

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Sonho bizarro… o.o

Eu não costumo postar sobre meus sonhos aqui – embora o blog se chame Devaneios – porque eles são sempre legais o suficiente para que eu queira que se realizem (dizem que quando se conta o sonho para alguém, ele não se realiza o.o). Mas o sonho que tive essa noite foi tão estranho e bizarro, que preciso dividi-lo com vocês.

No sonho, havia dois jovens irmãos escondidos em uma cabana no meio de uma floresta. A cabana era feia, feita de madeiras tortas e sem iluminação direito. Eles estavam equipados com lanternas, e outros apetrechos bizarros, dignos de filmes como “Caça Fantasmas“, ou os “Goonies” e pareciam ter muito medo. Então, uma forte tempestade se anuncia, com ventos fortes e relâmpagos, trazendo com ela uma infinidade de demônios, monstros e ETs de todos os tipos. (sim, eu disse ETs).
Os dois jovens se escondem, num dos quartos da casa, observando enquanto o telhado é arrancado pela ventania e tentam se proteger segurando-se um no outro.

Eis que surge então, na frente deles, o Jack Nicholson! Sim, meus amigos, o Jack Nicholson em pessoa! E ele diz o seguinte para os rapazes: “Quando seus inimigos vierem contra você, tranforme-se naquilo que eles mais temem“. E como se tudo isso não fosse bizarro o suficiente, o Jack (porque agora eu me tornei íntima dele, né XD) se transforma em São Jorge e ergue sua espada, afugentando todos os monstros e ETs, que fogem em grupo em direção ao céu.

Nem preciso dizer que acordei as gargalhadas , né… Depois as pessoas se perguntam como eu consigo manter o bom humor… XD Sandman é muito bonzinho e me concede essas pérolas noturnas! XD

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