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18/08/2016 Filmes para sair da bad

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Antes de mais nada, preciso explicar o que é a bad. A bad é aquele momento em que você não se sente bem consigo mesmo. Não é, necessariamente, um momento ruim na sua vida. Apenas um sentimento ruim que nos assola de vez em quando e nos deixa com a sensação de que não vamos conseguir fazer nada de bom, útil, ou significante.  Ou apenas um desânimo generalizado com relação a tudo. A bad pode vir depois de uma falha profissional, depois de um fora daquela garota que você gosta, depois de se olhar no espelho e achar que nada lhe cai bem, ou quando está na TPM. Enfim, a bad pode vir a qualquer momento, e de várias formas diferentes.

Mas é preciso observar, porque se você se sente frequentemente na bad, talvez seu problema não seja uma simples tristeza momentânea, e procurar a ajuda de um profissional é essencial.

Agora, se o seu caso é realmente uma bad, então saiba que, muitas vezes, sair dela é mais fácil do que parece. Claro que não é universal. Essas dicas não servem para todo mundo, e talvez você precise se conhecer melhor e identificar o que funciona no seu caso. Mas eu garanto que vale a pena tentar. Quem sabe você também não se identifica? ;)

Para mim, o que funciona é fazer coisas que me deixam feliz. Eu adoro cachorros, filmes, livros, animes e algumas séries, portanto, o meu remédio costuma se encontrar dentre um deles. Esse post vai focar nos filmes.

Quando estou mal, gosto de assistir filmes que me fazem sorrir, mas não comédias. Tenho um preconceito absurdo com comédias em geral, e normalmente prefiro filmes que têm aquele alívio cômico, sem a obrigação de serem engraçados.

Under the Tuscan Sun – Sob o Sol da Toscana

Eu queria ter encontrado trailer legendado, mas não achei um. =/

Frances era uma autora de sucesso, com um casamento maravilhoso e uma vida de sonhos. Até que tudo mudou. Seu marido a traiu, pediu divórcio, ela teve que vender a casa onde morava e entrou numa bad terrível. Depois de quase um ano morando num prédio de fracassados, sua melhor amiga resolve lhe dar um presente: uma viagem romântica pela Toscana… com um grupo gay. Durante a viagem, Frances se apaixona por uma antiga casa à venda e, numa louca, resolve comprá-la.

Uma mulher com a vida “arruinada” gasta todo o dinheiro que tem comprando uma casa num país do qual o idioma ela nem entende. Quer ideia melhor?

Esse filme é delicioso em vários aspectos. A protagonista começa a se envolver com o jeito interiorano e rústico da Toscana, e vai descobrindo o lugar aos poucos, vivendo novas experiências, fazendo amizades e crescendo pessoalmente.

Eu li o livro antes de assistir o filme, e esse é um daqueles raros casos em que o filme consegue ser melhor. A história é mais interessante do que a original, e mais bem trabalhada também.

 

Ookami Kodomo no Ame to Yuki – Crianças Lobo

De novo, só achei com legendas em inglês. ._.

O filme conta a história da Hanna, uma mocinha alegre e simpática, que se apaixona por um homem-lobo e juntos, têm dois filhos: a Yuki e o Ame. Ambos são meio humanos, meio lobos. Mas pouco tempo depois do nascimento do Ame, Hanna perde o marido, e tem que aprender a cuidar das duas crianças-lobo sozinha. Ela decide, então, se mudar para uma cidadezinha do interior, onde as crianças podem ter mais liberdade para se descobrirem e decidirem seus próprios destinos.

Esse filme é tão delicado, e tão bonito, que eu não me canso de assistir. Percebem como a temática é relativamente parecida com a do filme anterior? Pessoa que se muda para o interior a fim de refazer a vida. Gosto muito desse tema. =) E ver o amadurecimento das crianças, e como a Hanna precisa lidar com as transformações e obstáculos do dia-a-dia é inspirador.

 

A Nova Onda do Imperador

Eu disse que não gosto de comédias? Então abro uma exceção. Porque, embora seja tecnicamente um filme infantil, ele está classificado como comédia.

A minha relação com esse filme é interessante. Um dia, eu estava assistindo ao filme quando meu então marido chegou em casa, parou ao meu lado e disse “Você não está bem, né… Você sempre assiste esse filme quando não está bem”. Sim! Porque bastam algumas cenas de Yzma e Kuzco para me fazer rir de rachar, e não tem bad que resista a uma boa gargalhada.

Além disso, Selton Mello e Marieta Severo conseguem dar aquele toque MARAVILHOSO aos seus personagens. É um filme que eu recomendo assistir dublado.

 

La Delicatesse – A Delicadesa do Amor

Nathalie tinha uma vida maravilhosa, com o marido perfeito e o emprego dos sonhos. Mas seu marido morre em um acidente e, profundamente magoada, embarca numa obsessão pelo trabalho, evitando qualquer tipo de relacionamento mais profundo com as pessoas. Até que, num dia particularmente desesperador, ela impulsivamente beija seu colega de trabalho Markus, e uma história divertida e inesperada se desenrola entre eles.

Um ponto que considero muito interessante no filme é que Markus não é um exemplo de beleza padrão e Nathalie acaba sofrendo grande pressão dos amigos e colegas por causa disso. Ela é linda e atraente, ele não. “Você pode conseguir algo melhor”, eles dizem. Mas o filme esfrega na cara da sociedade que aparência física não quer dizer nada e que as pessoas, muitas vezes, deixam escapar amores sinceros e verdadeiros por estarem preocupadas demais com as aparências.

 

Intouchables – Intocáveis

Philippe é um milionário tetraplégico que precisa de um acompanhante. Driss é um desempregado que precisa apenas de uma assinatura no documento da agência de empregos, comprovando que esteve na entrevista, para conseguir o seguro desemprego. Ele não está interessado na vaga, apenas no dinheiro, mas Philippe gosta do jeito dele e tenta convencê-lo a aceitar o cargo.

Esse filme entrou para a minha lista muito recentemente. Não fazia ideia de que ele existia, até um amigo me recomendá-lo. Era cerca de 2h da madrugada, eu tinha acabado de me mudar para essa casa onde estou morando agora, e fiquei realmente preocupada que minhas gargalhadas incomodassem os vizinhos. Não me divertia tanto com um filme havia anos!

 

Brave – Valente

Precisa de sinopse, gente?

Brave tem sido um dos filmes da Disney/Pixar mais comentados desde o seu lançamento em 2012. A história da princesa Merida, que cresce com um espírito livre e habilidades de uma guerreira, mas se vê obrigada, pela tradição, a se casar com um dos primogênitos dos reinos vizinhos, e decide tomar as rédeas do próprio destino, desafiando as tradições, contrariando sua mãe, e mudando o destino de todos.

Esse filme, além de inspirador, é uma das mais bonitas animações já produzidas. As paisagens, a ambientação nas Terras Altas da Escócia, o sotaque (Gente, o sotaque!! <3 Assistam esse filme legendado, por favor), uma trilha sonora maravilhosa, e uma história linda. Não tem como não se apaixonar. =) E é de levantar o ânimo de qualquer um, convenhamos.

 

Há outros filmes que eu gostaria de, pelo menos, citar. Porque também os assisto com frequência para sair da bad, embora nem sempre: 

  • Le fabuleux destin d’Amélie Poulain – O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
  • Momo e no Tegami – Carta para Momo (esse filme é muito amorzinho, gente <3)
  • Tonarin no Totoro – Meu Vizinho Totoro
  • Serviço de Entregas da Kiki
  • Divines Secrets of Yaya Sisterhood – Divinos Segredos
  • Practical Magic – Da Magia à Sedução

 

Espero que gostem das dicas. E se assistirem, voltem aqui para me dizer o que acharam. =)

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29/10/2013 BC: Meus 5 filmes de bruxas preferidos

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O dia 31 de Outubro está chegando, e com ele, uma das datas comemorativas mais tradicionais do ocidente: o Halloween.

Em homenagem a este grande dia, a galera do RotaRoots resolveu fazer uma Blogagem Coletiva com o tema “5 filmes para assistir no Halloween”. E mesmo que eu não siga a Roda do Ano do Hemisfério Norte (na verdade, nem sou exatamente uma assídua adepta dos grandes rituais – mas isso não vem ao caso), acho que qualquer motivo para comemoração é válido. O importante mesmo é se divertir. Não é?

Como todos sabem, o Halloween também é conhecido como o “Dia das Bruxas”. Então eu selecionei meus 5 filmes de bruxas preferidos para recomendar a vocês.

PS.: Os filmes não são de terror, nem suspense, nem têm necessariamente relação com o Halloween. A única coisa que eles têm em comum, é que tratam do tema “bruxas”. ;)

 

1. O Serviço de Entregas da Kiki (Majo no Takkyūbin)

Kiki

Eu poderia passar um mês falando sobre todos os motivos que me fazem adorar esse filme, mas posso resumir em duas palavras: Estúdio Ghibli. Porque eu sou fã do Hayao Miyazaki e de tudo o que ele faz. Já assisti todos os filmes do Estúdio Ghibli (exceto Kaze Tachinu que ainda não tive coragem) e assisto sempre, de novo, de novo, e de novo.

O filme fala sobre a Kiki, uma bruxinha de 12 anos que, conforme a tradição da sua família, deve passar um ano longe de casa para treinar seus poderes. A questão é que os poderes da Kiki se limitam a ser capaz de falar com os gatos, e voar (mais ou menos) de vassoura, o que dificulta um pouco o seu treinamento. E você acompanha a história do crescimento dessa bruxinha, e de como ela passa por diversas provações e dificuldades até se tornar uma bruxa mais amadurecida.

O filme é lindo, e tem uma lição enorme de perseverança, determinação, amizade e autoconfiança.

 

2. Da Magia à Sedução (Practical Magic)

Eu já disse o quanto gosto desse filme aqui. É um daqueles filmes que eu assisto sempre, incansavelmente. Ele conta a história das mulheres da família Owens, especialmente as duas irmãs Gillian (Nicole Kidman) e Sally (Sandra Bullock), que são descendentes de uma longa linhagem de bruxas, e carregam consigo uma terrível maldição: Todo homem que se apaixone por uma Owens está fadado a morrer tragicamente cedo.

Uma das coisas que mais gosto nesse filme é a forma como ele retrata a bruxaria (que é muito próxima da forma como eu mesma vejo): um ofício. E ainda tem as tias Frances e Jet, que são um espetáculo à parte. Sem contar a trilha sonora, que fica tocando marotamente aqui nas minhas playlists da vida.

 

3. Chocolate (Chocolat)

É mais um filme daqueles delicados, cheio da magia mais verdadeira e sincera que existe no mundo: a comida.

Chocolate conta a história de uma mulher chamada Viane, que leva uma vida meio nômade com sua filha Anouk, mudando de cidade em cidade, carregando consigo o segredo ensinado pelos seus ancestrais: a fabricação de um chocolate mágico. Ela chega em uma pequena vila na França, uma daquelas cidadezinhas interioranas cuja pequena população é extremamente religiosa e fria, e instala sua chocolateria. A princípio, é recebida com muita desconfiança e medo, mas aos poucos vai transformando a vida daquelas pessoas, e mudando um pouco a sua própria forma de ver o mundo.

É um filme delicado, gostoso, de dar água na boca (de verdade) e, de quebra, tem o Johnny Depp interpretando um cigano. ;D

 

4. As Bruxas de Eastwick (The Witches of Eastwick)

Se você ainda não conhece esse filme, ou se nunca assistiu por puro preconceito (porque passa na Sessão da Tarde, e Sessão da Tarde não é cool), eu vou citar dois motivos que me fizeram realmente gostar desse filme :

1. Susan Sarandon, Michelle Pfeiffer e Cher formam, provavelmente, o melhor trio de bruxas que você já viu na sua vida. Porque elas são autênticas, lindas, absolutamente femininas e sexualmente livres, de uma forma que somente os anos 80 poderiam nos fornecer. As três possuem problemas reais, de mulheres reais, e criam a própria solução para eles, mostrando que são independentes também.

The-Witches-of-Eastwick01

2. O Jack Nicholson é um diabo que eu adoro odiar. Cara, é o fucking Jack Nicholson! E o fato de eu ter sonhado que ele era São Jorge uma vez, não tem nada a ver com isso. huahuahuaha

jack-nicholson

 

5. Stardust

Em primeiro lugar, Neil Gaiman. Somente esse nome já seria motivo suficiente para você encontrar esse filme onde quer que seja, e assistir ao menos umas vinte vezes. Em segundo lugar, Michelle Pfeiffer, de novo! Linda, diva, maravilhosa, e definitivamente a melhor bruxa que o cinema já teve. O filme é recheado com um elenco maravilhoso, como Robert De Niro, Michelle Pfeiffer, Claire Danes, Henry Cavill, Ben Barnes, o adorável David Kelly, e mais uma pá de gente talentosa demais! Não tem como não gostar. ;)

 

É isso, pessoal. Espero que vocês se divirtam muito nesse Halloween! ;)

Galerinha bonitinha que também está participando dessa Blogagem Coletiva: AmandaAnyBabeeBárbaraCamilleCarlaCarolDebsDudaGuiLilikaLomaLola Luci CarolineMarianaMih PattyRenataRodrigoThaisVictoriaVinicius.

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22/02/2013 Abaixo o Príncipe Encantado

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Até ontem, eu era apaixonada pelos filmes da Disney, especialmente os clássicos. Nunca gostei muito de “A Branca de Neve e os Sete Anões”, mas era um caso à parte. Eu era capaz de assistir todos os outros dezenas de vezes no mesmo dia, incansável. Então, pode-se imaginar a minha surpresa quando, ao assistir “A Pequena Sereia”, descobri que não gostava do que estava vendo.

Eu não sei… Acho que me tornei mulher demais para os filmes da Disney.

Quem gosta, há de perguntar “Mas por que? Qual o problema com A Pequena Sereia?”. (mais…)

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20/08/2010 Uma observação sobre Nárnia

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Estou lendo As Crônicas de Nárnia (finalmente) e venho observando coisas que não poderiam passar despercebidas por esse blog.

(sem Spoilers, pode ler)

Em 2005, quando “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” foi adaptado para o cinema pela Disney, tudo o que eu sabia a respeito de C.S. Lewis, era que o cara fora um grande amigo de Tolkien e, pelos boatos entre os meus amigos, era um excelente escritor também. Mas eu não fazia ideia do que era Nárnia, nem conhecia qualquer coisa a respeito da história. Tudo o que ouvia meus amigos dizerem era “você só precisa saber que C.S. Lewis era um dos melhores amigos de Tolkien, e escrevia tão bem quanto ele”. Logo, tendo lido “O Senhor dos Anéis” até quase a metade (infelizmente, ganhei a edição de colecionador, que é capa dura e cheio de trelelês, e não consegui ler até o final porque o livro é pesado demais e me dá uma dor horrível nas costas), e amando de paixão todo aquele mundo criado por Tolkien, eu não esperava menos daquele filme que estava prestes a estrear.

Mas havia outra coisa que meus amigos não paravam de comentar naquela época: “Só tenho medo porque é Disney” . Eu sei que não é generalizada a coisa, mas alguns dos meus amigos possuem uma aversão quase doentia a tudo o que é feito pela Disney. Enquanto eu me delicio com todos aqueles clássicos infantis, e nem me importo se a bruxa é sempre a velha má e feia, algumas pessoas que conheço preferem assistir propaganda eleitoral gratuita a ter que assistir filmes da Disney.

Entretanto, se tratava de uma obra de C.S. Lewis, um dos melhores amigos de Tolkien, e eles precisavam ir ao cinema conferir, mesmo que para isso tivessem que enfrentar longos minutos de Disney.

Eu sentei naquela sala de cinema e assisti o filme, do início ao fim, sentindo-me uma criança outra vez. Achei lindo, maravilhoso, fantástico, encantador. Eu ri de cada bobeirinha, e até me emocionei com as cenas mais tristes (mesmo que não tenha chorado, foi emocionante). Saí da sala de cinema renovada, querendo que o filme saísse logo em DVD pra poder alugar e fazer toda a minha família assistir também. Mas então, os amigos começaram a resmungar entre si “Como eu imaginava… A Disney estraga tudo mesmo! Tudo o que a Disney põe as mãos, vira filme infantil“.

Confesso que, ao ouvir aqueles comentários, guardei minhas opiniões para mim. Cheguei a pensar se não estava ficando boba, gostando de algo que havia sido considerado assim tão infantil, e passei alguns dias ouvindo aquelas críticas negativas sobre o filme, em silêncio. A reclamação geral era de que a Disney havia transformado uma obra prima da literatura, numa historinha meramente infantil.

Mas assim que saiu o DVD, eu adquiri o meu, e todos na minha família amaram. Até hoje, cinco anos depois, às vezes eu me sento com as minhas sobrinhas na sala para assistir Nárnia enquanto comemos brigadeiro, pipoca, e outras guloseimas. rsrs

Alguns anos depois, talvez pelo filme ter quase caído no esquecimento, o Submarino.com me agraciou com “As Crônicas de Nárnia”, volume único, por apenas R$ 14,99! Setecentos e cinquenta e uma páginas, por apenas R$ 14,99! Sim, eu comprei imediatamente, e mal acreditei quando peguei o livro em minhas mãos e descobri que era perfeito.

Mas, por vias do destino, acabei não lendo o livro assim que ele chegou. Eu estava empenhada fazendo alguma outra coisa e acabei deixando-o esquecido no meu armário de livros, junto com mais uma porção de volumes que esperam para serem desvendados. E por uma razão que somente os Deuses podem saber, no início dessa semana me deu uma vontade enorme e incontrolável de ler Nárnia.

E qual não foi minha surpresa quando, logo no índice, eu notei que o último livro (na verdade um apêndice) se chama “Três maneiras de escrever para crianças“? Aquele livro me intrigou, mas eu o ignorei a princípio e tentei me concentrar na ordem certa das coisas. Comecei então, a ler “As Crônicas de Nárnia”.

Logo no primeiro livro, eu já percebi o que iria acontecer adiante, mas foi somente quando cheguei no segundo livro, aquele que dá nome ao primeiro filme, que pude ter certeza das minhas desconfianças, e de tudo aquilo que o senhor Lewis vinha tentando me mostrar: Nárnia, nada mais é, do que uma história para crianças.

Sim, meus amigos. “As Crônicas de Nárnia” são um conjunto de contos infantis! E depois de ler “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa”, percebi que a Disney, na verdade, fez um verdadeiro milagre com a história. Porque os livros são tão finos e a linguagem é tão infantil, que me admira o fato deles terem conseguido criar um filme tão rico em detalhes! Pela primeira vez em toda minha vida, assisti um filme que tem uma história mais trabalhada e ampla do que o livro no qual foi baseado.

Nem preciso dizer que estou amando o livro! Eu, que sou apaixonada por histórias infantis, me sinto novamente uma criança desvendando esse mundo tão maravilhoso chamado Nárnia. Recomendo o livro de coração.

E para todos aqueles preconceituosos que não se dão o trabalho ler o livro antes de começar a fazer suas críticas infundadas, fica aqui essa lição! Da próxima vez que quiserem reclamar que Nárnia “virou uma historinha para crianças”, façam o favor de morrer, para poder reclamar com o C.S. Lewis em pessoa! =P

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