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25/03/2013 Veronica Mars

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Não é segredo para ninguém que eu sou feminista, certo? E não vou chegar com aquele discurso de “mas eu não sou daquelas feministas chatas”, porque sou chata sim. Para vocês terem uma ideia, acho absurdo e machista meu namorado chamar nossa cachorra de “cachorro” só porque acha a palavra “cachorra” ofensiva.

Gosto de assistir filmes e séries que valorizam a mulher. Gosto de ouvir, ler e assistir coisas sobre o assunto. Então, estava acompanhando o canal Feminist Frequency no YouTube, quando me deparei com o vídeo “Why we need you Veronica Mars”. No vídeo, a Anita já começa dizendo que Veronica Mars é “absolutamente brilhante” e que “Dito isso, você deveria sair daqui agora mesmo e usar o BitTorrent, piratear, alugar, comprar, qualquer coisa que você precisa fazer para assistir Veronica Mars, porque vai totalmente valer a pena”. (mais…)

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22/02/2013 Abaixo o Príncipe Encantado

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Até ontem, eu era apaixonada pelos filmes da Disney, especialmente os clássicos. Nunca gostei muito de “A Branca de Neve e os Sete Anões”, mas era um caso à parte. Eu era capaz de assistir todos os outros dezenas de vezes no mesmo dia, incansável. Então, pode-se imaginar a minha surpresa quando, ao assistir “A Pequena Sereia”, descobri que não gostava do que estava vendo.

Eu não sei… Acho que me tornei mulher demais para os filmes da Disney.

Quem gosta, há de perguntar “Mas por que? Qual o problema com A Pequena Sereia?”. (mais…)

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24/03/2011 Shoujo – um post de menininha parte I

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Eu passei a maior parte das minhas férias baixando e assistindo animes freneticamente. E, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa a meu respeito, sou apaixonada por shoujo (não vou perder meu tempo aqui explicando, quando alguém já fez isso lá na Wikipédia). O resultado disso foi que assisti 11 novas séries shoujo durante um mês e meio (fora mangás e outros animes não-shoujo que assisti), e depois de tudo, achei interessante fazer uma listinha dos três melhores.

Hoje, vamos falar sobre animes. Os três melhores animes shoujo que assisti durante as férias.

Kaichou wa maid-sama

Resumo:
Aqui nós temos a história de Ayuzawa Misaki. Ela é a presidente do conselho estudantil do colégio, é uma das melhores alunas da escola, muito boa em esportes, excelente em artes marciais, é forte, inteligente, corajosa, determinada e durona.  Muito durona! Tanto, que os meninos não gostam muito dela, e a consideram uma megera.
Mas a Ayuzawa não se importa muito com a opinião dos garotos, simplesmente porque também não gosta deles, e o seu objetivo sendo tão poderosa dentro da escola, é justamente defender as poucas meninas que estudam lá.
Acontece que a vida dela não é tão fácil assim. Seu pai foi embora de casa, deixando ela, a mãe e a irmã caçula cheias de dívidas e problemas. E para ajudar a sustentar a família, Ayuzawa  precisa trabalhar meio período em um Maid-Café. (Maid-Café são cafés onde as garçonetes trabalham vestidas de empregada. Eles não muito comuns no Japão e, por algum motivo, parece que a fantasia mexe com imaginário sexual masculino 0=3)
Nem é preciso dizer que a Ayuzawa, para manter sua reputação dentro da escola, não quer que seus colegas fiquem sabendo disso por nada nesse mundo.
Mas, numa tarde de trabalho, ela acaba encontrando com o Usui Takumi, e ele descobre todo o segredo dela.
Usui é o garoto mais popular da escola, e agora a Ayuzawa precisa fazer o que for preciso para que ele não espalhe o seu segredo por aí…

Minha opinião:
O que mais gostei nessa história é que, mesmo sendo shoujo, a protagonista está muito longe de ser aquela menininha boba e indefesa de sempre. E a relação entre os personagens é tão divertida, que a história não cansa, e dá vontade de ficar assistindo e assistindo sempre.

Toradora

Resumo:
De um lado, temos o Ryuuji. Ele é alto, taciturno, e seus olhos possuem um ar maligno que assusta a todos que ousam olhar para ele. Mas essa é apenas sua aparência física, porque Ryuuji, na verdade, é um garoto muito gentil, que gosta de ajudar os outros e se sente bastante incomodado quando as pessoas simplesmente se afastam dele.
Do outro lado, temos a Taiga. Ela é uma menina pequena (embora tenha a mesma idade do Ryuuji), de aparência fofa, mas sua personalidade é a de uma verdadeira tigresa. Ela é mal-humorada, brigona, e bate pra valer.
Num belo dia,  os dois acabam trombando no corredor da escola, e depois de uma sequência de acontecimentos desastrosos, descobrem que são vizinhos. O Ryuuji descobre que a Taiga é apaixonada pelo melhor amigo dele, e a Taiga descobre que o Ryuuji é apaixonado pela melhor amiga dela.
Então, com personalidades e aparências totalmente opostas, os dois resolvem fazer um acordo (na verdade, a Taiga força o Ryuuji a aceitar o acordo): Se o Ryuuji conseguir fazer seu melhor amigo ficar com a Taiga, ela vai fazer sua melhor amiga ficar com ele.

Minha opinião:
É engraçado, divertido e emocionante! =D É a típica história de que os opostos se atraem, mas contada de um jeito muito cativante. Eu praticamente devorei esse anime, porque não consegui  parar de assistir enquanto não vi o clipe de encerramento do último episódio. XD E, mesmo assim, assisti mais uma vez.

Kimi ni Todoke

Resumo:
Kuronuma Sawako é uma menina de aparência um tanto quanto assustadora. Por causa da sua semelhança com uma assombração, os colegas a apelidaram de Sadako (para quem não sabe, Sadako é o nome original da Samara de “O Chamado”) e todo mundo a evita. Na escola, existem boatos de que ela é capaz de ver fantasmas, e que só ficar perto dela pode acarretar numa maldição que faz a pessoa ficar doente, ou adquirir uma tremenda má-sorte.
Mas Sawako, na verdade, é uma menina muito doce, ingênua e gentil, que de tão tímida, não conseguia contrariar os colegas de escola, e acabou se acostumando a ficar sozinha, sendo evitada por todos.
Entretanto, existe uma pessoa na escola que não a evita, e que a trata como uma menina normal, sendo também gentil e atencioso com ela. Seu nome é Kazehaya Shota, um dos garotos mais alegres e extrovertidos da escola.
Sawako encontra nele as características que faltam em si mesma, e a amizade e admiração entre os dois acaba dando a força necessária para que ela consiga se abrir com as pessoas e mudar a péssima imagem que têm dela.

Minha opinião:
Doooooooooooooce!!! Esse anime é tão docinho, que eu me sinto 15 quilos mais gorda e feliz depois de assistir a primeira temporada, e agora vou ficar aguardando ansiosamente pela segunda. *_* Sério… Por diversas vezes eu tive vontade de ir lá abraçar a Sawako e dizer pra ela “não fica assim, tá tudo bem, eu gosto de você, eu gosto de você, eu gosto de você”. E quem me conhece sabe que há duas coisas que realmente me incomodam: contato físico com estranhos e pessoas chorando perto de mim.

Então é isso… O post ficou enorme, porque eu me empolgo, mas o próximo há de ser menor, porque eu vou falar de mangás. =)

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23/11/2010 Hydra vs a Balada

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Porque esse final de semana foi muito instrutivo .

Sexta-feira, dia 19 de novembro de 2010, vai ficar marcado na minha história como uma das noites mais bizarras e estranhas que uma Hydra pode ter (seja essa Hydra um dragão mitológico de sete cabeças, uma divindade da água, ou simplesmente eu).

Cedo, ainda no horário de expediente, eu e mais três colegas de trabalho combinamos de sair. Para não expor a dignidade dessas pessoas ao ridículo, vou usar nomes muito mais interessantes e atraentes do que os seus: Gioconda, Lindiusa e Wally.

Então, eu, Gioconda, Lindiusa e Wally combinamos de sair à noite, e iríamos todos de carona com a Gioconda (a única portadora de carteira de habilitação para dirigir) até o pesqueiro.

Pausa para uma explicação: Pesqueiro, nada mais é do que um lugar apropriado para pesca, onde tem um enorme lago de água doce circundado por muita grama e terra. Mas, no pesqueiro em questão, também tem um bar com um varandão onde são dispostas mesas para as pessoas sentarem e tomarem suas cervejas comendo peixe, enquanto curtem showzinhos de músicos e bandas locais.

Combinamos de sair às 21:00h, mas na minha pontualidade britânica, e necessidade patológica de tomar banho assim que chego em casa, acabei ficando pronta às 20:00h. Nem preciso mencionar que, às 21:30h, eu já estava jogando vídeo-game e parcialmente desistindo de ir, quando o telefone tocou, e eu tive um péssimo pressentimento.

Não deu em outra. Era a Gioconda, avisando que não iria mais.

Bom… Sobraram três pessoas desprovidas de automóvel, e que moram em três pontos totalmente diferentes da cidade (o que não é exatamente um problema, porque aqui leva-se, no máximo, 30 minutos para chegar ao centro da cidade a pé). Então, decidimos ficar por aqui mesmo e sentar para tomar uma cerveja em algum dos muitos (dois ou três) bares frequentáveis da cidade.

A noite começou bem. Eu, que estava decidida a não ficar bêbada, pedi uma “Cremosinha” (que, a meu ver, nada mais é do que uma Caipifruta metida a besta). Lindiusa e Wally resolveram pedir a mesma coisa, mas como a Cremosinha, embora deliciosa, custa R$ 5,00 a taça, logo eles partiram para a cerveja, e eu parei por ali. Depois de um tempo, chegaram três amigos do Wally e sentaram à mesa conosco, aumentando o número de carteiras para pagar a conta.

Conversa vai, conversa vem, um dos amigos do Wally estava tentando passar a conversa na Lindiusa (que já estava com o nível de álcool um pouco elevado), enquanto o Wally (já completamente bêbado) falhava miseravelmente em sua tentativa de ficar com uma menina que estava por ali e que, segundo ele, já tinha rolado um affair entre os dois num outro momento. E eu, sóbria, conversando com os outros dois amigos do Wally que estavam, embora bebendo bastante, aparentemente sóbrios também.

Tudo parecia muito bem, até o Wally resolver que era uma boa hora para ver a quantas andava a conta… Façam os cálculos: 8 cervejas, 3 Cremosinhas, 1 Caipirinha… R$ 75,00! Setenta e cinco reais! SETENTA E CINCO REAIS! S-E-T-E-N-T-A -E- C-I-N-C-O -R-E-A-I-S! Deu pra entender? Cerveja = R$ 2,80; Cremosinha = R$ 5,00; Caipirinha = R$ 5,00. Sim, meus amigos, eles queriam nos cobrar quase o dobro do que gastamos referente à porcentagem dos garçons e ao couvert artístico.

Se fôssemos todos pessoas muito sóbrias, iríamos escolher uma pessoa entre nós para se levantar e conversar educadamente com o dono do bar, explicando que não fomos avisados a respeito do couvert artístico e que não éramos obrigados a pagar. Mas, nesse ponto, a única pessoa sóbria na mesa era eu, e pessoas bêbadas se tornam estranhamente desinibidas, corajosas e estúpidas.

Levantaram-se todos, exceto eu e Wally (que é covarde demais, até quando está bêbado) para ir lá armar o barraco. Cerca de 20 minutos depois, estávamos todos fora do bar, sentindo os olhares ameaçadores dos seguranças que nos observavam do lado de dentro, mas não pagamos o couvert!

Era quase 2h da manhã e eu, na minha ingenuidade, achei que aquele era o momento da despedida. Já me preparava para fazer meus 20 minutos de caminhada sobre saltos altos e finos até a minha casa, quando os amigos do Wally sumonaram um automóvel de cor chumbo e falaram com tom de ordem “Vamos lá para o pesqueiro porque agora já não estão mais cobrando a entrada“.

Era um automóvel! O artefato mágico que faltava no início da aventura, mas um automóvel comum, sem muitos adicionais, onde cabem, normalmente, 5 pessoas… E nós éramos 6! (piadinhas com novelas antigas não se encaixam nesse post), sendo que a Lindiusa possui atributos traseiros duas, ou talvez três vezes maiores do que o normal. Nos encaixamos então, no banco de trás, da seguinte forma: O amigo do Wally que estava a fim da Lindiusa (e que a partir de agora será chamado de James), Lindiusa (com 2/3 dos seus atributos traseiros em cima do James, que por sua vez estava rindo à toa), eu e Wally.

Posso dizer que o trajeto até o pesqueiro não foi tão ruim, e saímos todos ilesos, com exceção dos meus ouvidos, que foram aturando uma música bizarra numa altura insultante, enquanto Wally tentava fazer sua voz sobressair à música, discutindo fervorosamente a sua opção sexual com a Lindiusa.

Quando chegamos no pesqueiro, percebi que até aquele momento eu estava me divertindo, e muito. Porque é fato que a gente só dá falta das coisas quando perde, e eu perdi a minha diversão todinha ali.

Eu descobri, da pior maneira possível, que o pesqueiro, após os shows de rock, se transforma numa pequena sucursal do inferno, no pior sentido da palavra. As pessoas afastam as mesas e o centro do varandão se transforma numa espécie de discoteca, com luzes coloridas e brilhantes, músicas sem sentido e ensurdecedoras, e pessoas bêbadas derramando cerveja umas nas outras. (sim, porque não acho que seja possível pessoas bêbadas dançarem e segurarem copos de cerveja ao mesmo tempo, sem derramarem tudo nos outros).

Se vocês não captaram ainda o significado da palavra infernal, vou dar um exemplo: A fila do banheiro feminino mais parecia a sala de espera do Pronto Socorro. As mulheres tinham suas maquiagens borradas escorrendo pelo rosto, e estavam tão bêbadas, que mal conseguiam parar de pé. Os homens, por sua vez, já nem se davam o trabalho de ir ao banheiro. Eles se aliviavam em qualquer moitinha de capim. E tudo isso ao som de músicas bizarras e sem sentido.

Eu tive algumas das horas mais inesquecíveis da minha vida ali dentro. A Lindiusa, bêbada, ia atrás de mim aonde quer que eu fosse, e o James ia atrás dela, tentando convencê-la a ficar com ele; o Wally estava tão bêbado, que passou o resto da noite conversando com um senhor de 70 anos que fumava maconha; e os outros dois amigos do Wally abriram o portal de Shao Kahn e permaneceram desaparecidos durante um bom tempo.

Saldo da noite: O Wally perdeu a pequena centelha de respeito que tinha dentro do ambiente de trabalho, o James finalmente conseguiu ficar com a Lindiusa, e eu descobri que nunca mais quero ir numa balada.

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18/05/2010 Jogos: GROW Series

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Eu já vinha preparando esse post há algum tempo, mas só agora tive tempo oportunidade para tirar as screenshots que queria acrescentar ao conteúdo.

Trata-se da série GROW, do site EYEZMAZE, que talvez a maioria de vocês já conheça (pelo menos o pessoal da minha época há de conhecer), mas mesmo assim acho interessante falar sobre eles. Sou basicamente viciada nesses jogos.

Como funciona?

Cada jogo tem um tema central e itens que devem ser acrescentados ao tema na ordem certa para que todos evoluam até o máximo de suas capacidades. A cada item que você inclui, o jogo se transforma, e pode reagir de forma totalmente diferente se o item não for colocado na ordem certa.

Existem alguns sites com as soluções para os quebra-cabeças, mas eu não aconselho. Particularmente, acho que o mais legal dos jogos é ver o resultado final do seu esforço. Mas não vai ter esforço nenhum se você copiar a resposta de alguém. Então, vou fazer uma breve explicação de cada jogo, mas não vou colocar as respostas. Para quem tiver a curiosidade de como fica o jogo no final, vou colocar apenas um link para a tela com o resultado.

GROW Ver 1

GROW Serie - Versão 1

Esse é o mais simples da série. Basta escolher entre cada um dos dois itens que aparecem seguidamente, até fazer a sequência correta de escolhas.
Resultado

GROW Ver 2

Esse, para mim, foi o mais difícil de todos. Eu só consegui solucioná-lo mesmo ontem à noite! (rsrs) Porque, na verdade, as figuras não fazem muito sentido, e não dizem nada a respeito do que elas vão formar no contexto do jogo. Mas é muito legal, mesmo assim.
Resultado

GROW Ver 3

Não tão nonsense quanto a versão 2, mas igualmente complexo, é a versão 3. A complexidade dele está no número de objetos que você deve incluir no contexto, e também no fato deles não serem o que parecem. Mas a segunda questão é facilmente resolvida depois da primeira ou segunda tentativa. Pois logo de cara você vai ver o real objetivo de cada item.
Resultado

GROW RPG

Sim, meus amigos! RPG! O objetivo aqui ainda é o mesmo, mas com aquele velho toque RPGístico que a gente tanto adora.
O sujeito no pólo sul é você, e o grandalhão no pólo norte é o Big Boss! O seu objetivo é colocar os itens na ordem, de forma que consiga pontos e itens suficientes para derrotar o Big Boss no final. Esse é um dos meus preferidos da série GROW.
Resultado

GROW Cube

Exatamente a mesma idéia, mas dessa vez ele inovou colocando um cubo no lugar da típica esfera. Porque, vocês sabem, é bom variar de vez em quando. (rsrs) Particularmente, da série GROW, esse é o que mais gosto! =)
Resultado

GROW Tower

Aqui o GROW inovou um pouco mais na sua dinâmica de jogo. Dessa vez, o seu objetivo é completar a Torre mais alta, inserindo nela os itens que ficam à direita. À esquerda, você tem uma régua, que além de mostrar a sua evolução, também serve para navegar pelo comprimento da Torre.
Resultado

Esses são os jogos da Série GROW do EYEZEMAZE. Mas eu recomendo também os outros jogos do site. Principalmente o GROW Island, que é nos mesmos modelos da série GROW, mas com uma história evolutiva mais baseada na nossa própria.

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Espero que se divirtam muito, mas não esqueçam de suas obrigações, crianças!

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